Tecnologia 4.0 revolucionando a pecuária!

27 de abril de 2018

Há 20 anos atrás, na indústria sucroalcooleira, o paradigma gerencial era que, quanto mais safras produzisse um mesmo plantio, maior o resultado econômico. Hoje, o número médio de cortes reduziu-se de 6 ou mais para 3,4 (média SP) e o resultado econômico aumentou significativamente. Resultado alcançado através da mesma “tecnologia 4.0” que agora torna-se disponível para a pecuária.

Para entender como se constrói a revolução da pecuária, através da pecuária de precisão, vamos começar entendendo (e desmistificando) o que é “Tecnologia 4.0”. Esse é um jargão usado para descrever, de forma sintética, um conjunto de tecnologias recentes que possuem 3 características essenciais: (1) capacidade de monitorar cada elemento de uma atividade (sensores diminutos e de baixo custo); (2) a capacidade de integrar esses sensores, serviços web (como, por exemplo, a cotação da arroba, o custo futuro da ração e a previsão do clima para as próximas duas semanas) e aplicações, como as soluções BovExo ( capacidade essa também conhecida como “IoT” ou “internet das coisas”) e (3) o uso de ferramentas de análise de dados (também conhecidas como “IA” ou “inteligência artificial”).

Como essas 3 coisas operam a mágica capaz de superar os desafios da atividade pecuária e transformar, de forma significativa, o resultado econômico da atividade? Para responder esta questão, precisamos responder outra: o que torna a gestão da pecuária tão complexa? Novamente, 3 elementos concorrem para isso: (1) primeiro, o número de variáveis a considerar vem aumentando significativamente, à medida que as atividades econômicas se tornam mais interligadas (resultado da mesma tecnologia de “internet das coisas”) e, hoje, o pecuarista tem que se preocupar com o GDP de cada animal, o custo variável de cada animal (versus o GDP) e o custo fixo de cada dia incorrido, o preço futuro da arroba e da ração, a previsão do tempo vis-à-vis o impacto no comportamento do animal (GDP), etc.

A diferença em relação a 20 anos atrás é que as margens (de lucro) se reduziram significativamente (resultado de um ambiente mais competitivo) e não há mais como acomodar erros na tomada de decisão, por ignorar todas essas variáveis e suas interdependências; (2) tomar uma decisão “optimizada” depende da capacidade de integrar e resolver, simultaneamente, todas essas variáveis e suas interdependências, criando cenários que podem ser comparados – por exemplo, é melhor abater um lote, hoje, com um GDP médio X, sabendo que o preço futuro da arroba apresenta tendência de queda, ou esperar um determinado número de dias porque o ganho em peso (vezes o preço da arroba) ainda será maior que o custo variável e, portanto, aumentará o resultado; (3) mas, o segredo da mágica reside na capacidade de antecipar-se aos eventos, o que só é possível com o uso de “tecnologia 4.0” em soluções como BovExo.
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